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A resposta ideal pode estar no equilíbrio entre os dois.


Em um mundo de trabalho cada vez mais dinâmico, o desenho de uma equipe eficiente é essencial para alcançar resultados relevantes.


Por muito tempo, a especialização foi amplamente valorizada. Hoje, porém, percebo um movimento crescente em direção a profissionais que combinam múltiplas habilidades – técnicas e comportamentais.


No livro “Por que os generalistas vencem em um mundo de especialistas”, David Epstein destaca algumas vantagens dos generalistas:


  • Explorar diferentes campos de conhecimento, conectando ideias de forma única.

  • Experimentar diversas áreas antes de se especializar, como atletas que praticam vários esportes antes de encontrar "o seu".

  • Adaptar-se melhor a cenários imprevisíveis, buscando soluções diferentes do padrão.


Outro conceito que gosto muito é o do "Profissional T": alguém com conhecimento generalista amplo – a barra horizontal – e uma área de especialidade – a barra vertical.


Mais do que buscar uma fórmula única, é essencial alinhar as metas da equipe com os desafios do ambiente de trabalho para encontrar a combinação ideal de perfis.

  • Foto do escritor: Fernanda Rossin
    Fernanda Rossin
  • 10 de jan. de 2025

Recentemente, assisti a uma entrevista com Jeff Bezos na qual ele menciona que a Amazon tem times dedicados a resolver os “cortes de papel” na experiência do cliente.


São como aqueles pequenos machucados que parecem insignificantes, mas incomodam muito.


Sabe aqueles problemas na jornada ou na interface que, embora não impeçam o cliente de fazer o que quer, tornam o processo mais complicado do que deveria ser?


O ponto de Bezos é claro: sem equipes dedicadas, esses problemas acabam relegados ao segundo plano, ofuscados pelos grandes projetos.


Às vezes, é difícil mensurar o impacto desses detalhes nos resultados.


Mas eles podem causar grandes prejuízos: aumentar o churn, reduzir a receita ou enfraquecer o vínculo do cliente com a marca.

Atualizado: 10 de jan. de 2025

Tamara Klink fez essa reflexão em sua entrevista no Roda Vida, enquanto contava sobre a experiência de invernagem na Groenlândia.


Desde então, essa frase tem me acompanhado.


Quantas vezes já deixei projetos no papel ou criei obstáculos pelo medo de tentar? E, convenhamos, eram projetos com muito menos risco e preparo do que os enfrentados por Tamara.


Sem tentar, nunca saberemos quais são os resultados – ou como algo novo pode nos transformar.


Aproveitando a energia renovada do ano novo, faço um convite para refletirmos sobre os perigos de ficar.


Quais planos você gostaria de tirar do papel neste ano?

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©2025 por Fernanda Rossin.

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