top of page
  • Foto do escritor: Fernanda Rossin
    Fernanda Rossin
  • 11 de jan. de 2025

Por muito tempo, me sentia sobrecarregada com o trabalho ou frustrada tentando equilibrar igualmente todas as áreas da vida.


Eu sabia que não dava para fazer tudo ao mesmo tempo, mas não queria deixar de lado coisas importantes.


Para sair desse ciclo desgastante, comecei a usar algumas estratégias:


➡️ Analisar as áreas da vida com a Roda da vida.


Nem sempre é possível dar atenção igual a todas as áreas, mas essa análise me ajuda a garantir que nenhuma delas seja negligenciada e a priorizar de forma intencional.


➡️ Investir um esforço desproporcional quando necessário.


Alguns objetivos exigem períodos de dedicação extra.


É como acelerar o ritmo em uma corrida longa – não é sustentável o tempo todo, mas faz toda a diferença nos momentos certos.


➡️ Definir o que é não-negociável.


Mesmo quando estou mais focada em uma área, tenho prioridades que sempre recebem atenção.


Para mim, isso inclui tempo de qualidade com pessoas queridas e cuidar da saúde.

Desde que conheci o livro “Storytelling com dados", de Cole Nussbaumer Knaflic, passei a ser muito mais intencional em como desenvolvo e faço apresentações.


O livro estrutura seis lições para termos sucesso ao apresentar dados:


1️⃣ Entender o contexto - qual o objetivo da apresentação? Qual seu público? Qual o nível de senioridade e conhecimento dele sobre o tema?


Vai apresentar os dados de forma síncrona ou assíncrona? Se for em uma reunião, terá quanto tempo de fala? Haverá um momento de Q&A?


2️⃣ Escolher um visual apropriado - quais tipos de gráfico utilizar? Quais informações são relevantes? O que quer destacar?


3️⃣ Eliminar a saturação - menos é mais. Foque nas informações relevantes para aquela apresentação e deixe de lado o restante.


Especialmente se os dados forem apresentados de forma síncrona, você pode trazer informações complementares na sua fala, ao invés de “encher” os slides.


4️⃣ Chamar a atenção para onde você quer - a ordem dos elementos e o domínio do discurso te ajudam nisso.


5️⃣ Pensar como um designer - as informações mais importantes, a acessibilidade da apresentação e os elementos estéticos são revisados nesta etapa.


6️⃣ Contar uma história - uma vez que a apresentação esteja pronta, é o momento de conectar todo os pontos através de uma apresentação envolvente. Knaflic compartilha diferentes táticas que podem ser utilizadas dependendo dos objetivos e contexto.

Atualizado: 11 de jan. de 2025

Por que fazemos o que fazemos? Quais nossos processos de decisão? Como lidamos com as incertezas? A vontade de explorar essas perguntas me motivou a estudar economia comportamental.


Como seres infinitamente complexos, não dá para usar simplificações ou oferecer explicações definitivas sobre a constituição humana.


Mas tem muita pesquisa boa que nos ajuda a entender mais sobre comportamento. Traz coisas acionáveis que podemos aplicar em Estratégia, Liderança, CX, Marketing, Produto e qualquer outra área. Ou mesmo para nos ajudar a refletir sobre a sociedade.


Compartilho algumas referências se você se interessou pelo tema:


1️⃣ RÁPIDO E DEVAGAR, de Daniel Kahneman


Um dos livros mais importantes da economia comportamental. Kahneman era psicólogo e através de uma extensa pesquisa - muitas delas com Amos Tversky - demonstrou como heurísticas e vieses afetam nosso comportamento.


Eventualmente, tornou-se o primeiro psicólogo a ganhar um Prêmio Nobel de Economia.


2️⃣ A PSICOLOGIA FINANCEIRA, de Morgan Housel


Há algum tempo, é meu livro preferido de finanças. Housel explicita como o campo das finanças não é puramente racional e os fatores psicológicos que influenciam nossa relação com dinheiro.


3️⃣ A LÓGICA DO CISNE NEGRO, de Nassim Nicholas Taleb


Um livro importante e influente sobre imprevistos, e como tentamos racionalizar e fazer um revisionismo de eventos altamente improváveis depois que eles já aconteceram.

  • LinkedIn
  • Youtube

©2025 por Fernanda Rossin.

bottom of page