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  • Foto do escritor: Fernanda Rossin
    Fernanda Rossin
  • 10 de jan. de 2025

O final do ano é especialmente oportuno para gente se organizar e se planejar.


Assim como as empresas e as equipes definem seus objetivos, é importante que a gente também faça esse exercício individualmente.


É uma maneira de sermos mais intencionais com nossa vida, aumentando nossa capacidade de realizar sonhos e metas.


Já testei vários modelos de planejamento pessoal, dos mais detalhados aos mais abrangentes.


Para mim, funciona melhor ter alguns grandes direcionamentos e definir as ações específicas aos poucos.


Pensando nisso, compartilho pontos que podem te ajudar no seu planejamento do próximo ano:


  • Definir de 1 a 3 grandes direcionamentos.


Podem ser frases ou palavras norteadoras para o ano. Elas te ajudarão a aterrizar quando imprevistos acontecerem ou você estiver em dúvida sobre o que fazer.


  • Pensar em pelo menos uma ação para cada área da vida (utilizo o método de Roda da vida como base).


Haverá áreas que você quer investir mais ou menos energia. Mas é importante estarem todas no radar para não serem negligenciadas.


Você pode analisar sua roda da vida por aqui.


  • Refletir sobre o que quer melhorar e/ou aprender.


Acredito no desenvolvimento de competências a partir dos pontos fortes. Considerando o que você já é bom, o que gostaria de melhor? Há algo novo que precisa ou quer aprender por causa do trabalho ou de projetos pessoais?

Utilizando uma metodologia específica, como os OKRs (“objective and key results”, ou “objetivos e resultados chave") ou não, é essencial que as empresas definam suas metas.


Elas ajudam a nortear entregas, definir prioridades e estruturar o monitoramento dos resultados.


Se você acha que as metas da empresa estão distantes da realidade da equipe, talvez esteja faltando realizar um desdobramento delas.


Seja em níveis estratégicos ou na execução, todas as pessoas são responsáveis pelas entregas.


É importante que você saiba como as metas estratégicas se desdobram em resultados da equipe. E qual a participação de cada indivíduo nesse resultado.


Atingir X% de share de mercado pode se traduzir em um volume Y de vendas de determinado produto, e quantidade Z de vendas para cada pessoa.


Em uma tacada só, a gente tangibiliza as metas e deixa claro o que é esperado das pessoas.


Para ser realmente efetivo, essas informações não devem ficar só registradas em uma planilha e esquecidas.


Todo mundo precisa ter ciência das metas, se engajar no processo e acompanhar com frequência os resultados.

Há alguns anos, encontrei este modelo de retrospectiva de OKRs, criado pela Marília Monteiro.


Desde então, sempre que possível, faço uma "retro" antes de iniciar um novo planejamento.


O objetivo dos OKRs - ou de qualquer método de definição de metas - é trazer alinhamento, foco e direcionamento.


Ainda assim, muitas vezes iniciamos novos ciclos sem refletir sobre os resultados das metas anteriores.


Esse processo ajuda a evitar repetir ou incrementar OKRs que, na prática, não entregaram os benefícios esperados. A retrospectiva nos convida a uma análise intencional, com perguntas como:


  • Os OKRs nos levaram na direção certa?

  • Eles proporcionaram foco às nossas ações?

  • Eles nos ajudaram a trabalhar de forma colaborativa?


Os resultados que teremos dependem tanto da execução quanto da qualidade das metas. Investir nessa análise pode fazer toda a diferença.

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©2025 por Fernanda Rossin.

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