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A economia global perdeu US$ 438 bilhões no ano passado devido à queda no engajamento, segundo estimativa da Gallup.

  • Foto do escritor: Fernanda Rossin
    Fernanda Rossin
  • 24 de abr. de 2025
  • 1 min de leitura

Nesta semana, foi divulgado o relatório anual sobre engajamento no trabalho. Pela segunda vez na série histórica, o percentual de trabalhadores engajados caiu: foi de 21% em 2024, comparado a 23% em 2023. 


O dado mais preocupante vem da liderança – houve queda significativa no engajamento de gestores, o que representa um risco direto para as equipes. Líderes desengajados tendem a formar times igualmente desmotivados.


Na América Latina e Caribe, o cenário foi um pouco mais positivo: 31% dos trabalhadores se declararam engajados, dois pontos acima da última edição.


Os efeitos da falta de engajamento são amplamente conhecidos, como o aumento do turnover e a queda na produtividade. 


As causas são múltiplas, mas há caminhos possíveis para reverter o cenário. 


Ambientes de trabalho engajados geralmente têm em comum:


  • Lideranças capacitadas e em desenvolvimento contínuo.


  • Políticas claras de promoção à saúde mental e bem-estar.


  • Segurança psicológica como prática organizacional.


  • Ferramentas e condições adequadas para o trabalho.

 
 
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©2025 por Fernanda Rossin.

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